M02·11Considerações Finais

CAPÍTULO 11

Considerações Finais

Os hábitos que fazem a diferença entre código que funciona e código que dura.

Por Thiago Souza2 min de leituraAtualizado em 2026-05

Backend profissional não é "um monte de coisa difícil". É um conjunto de hábitos aplicados consistentemente.

O que você aprendeu

  1. Arquitetura em camadas — Controller, Service, Repository: o que entra e o que sai de cada uma.
  2. Organização de projetos Gocmd/, internal/, separação por domínio.
  3. PostgreSQL com pgx — pool de conexões, queries parametrizadas, anti SQL injection.
  4. Cache com Redis — padrão Cache-Aside, invalidação e decorator pattern.
  5. Observabilidade — logs estruturados com slog, métricas RED com Prometheus.
  6. Testes — unitários com mocks, integração com banco real, pirâmide de testes.
  7. Projeto guiado — API completa com CRUD, validação, logs e testes rodando juntos.
  8. Problemas reais — acoplamento, manutenibilidade, e como código apodrece sem disciplina.

Os hábitos que ficam

  • Separar o que muda (infra) do que não muda (regra de negócio).
  • Falar com interfaces, não com implementações.
  • Logar como se você fosse o detetive lendo aquilo daqui a 6 meses, sem lembrar de nada.
  • Testar pelas pontas certas (unitário no service, integração no repositório, e2e raro).
  • Escrever pensando que outra pessoa vai herdar isso. Porque vai.

Go é uma linguagem que te recompensa por fazer simples. Não brigue contra isso querendo replicar magia de framework. Estruture com pacotes claros, interfaces enxutas — e boa parte do trabalho difícil já está feita.